Death March Web Novel Online 7-1
[A Cidade Natal dos Anões]

Satou aqui . Quando eu viajava a negócios, às vezes via pessoas que estavam sendo transferidas de emprego se despedi ndo dos na plataforma do trem-bala. Eu me perguntava qual seria a sensação de ver seus colegas virem lhe ver partir daquela forma . Pensava nisso de vez em quando, mas, quando finalmente chegou a minha vez , até que não foi ruim saber que eu era querido pelos meus colegas .
◇◇◇
— Você realmente precisa ir embora?
A viscondessa Nina, que veio se despedir, tenta me impedir.
Atrás dela, mais de vinte servos e empregadas também vieram. Quanto as empregadas, elas já não estavam mais usando o uniforme simples que usavam até duas semanas atrás, mas sim vestidos de empregada com babados, como aqueles que se vê em Akihabara. Embora a saia fosse até o tornozelo, ainda era incomparavelmente mais fofos do que eram antes.
Claro, a mente por trás disso foi Arisa e, de alguma forma, o orçamento para isso não veio do barão, mas do meu próprio bolso. No entanto, se esse era o resultado, por mim tudo bem.
Porém, apesar de terem dito que só ficariam prontos na primavera, o fato é que estavam finalizado. Talvez o designe tenha tocado o coração do alfaiate, afinal dizem que fofura é justiça, não é?
A propósito, neste momento ainda era cedo de manhã, com o sol ainda surgindo no horizonte.
Para ser sincero, não esperava que eles viessem se despedir assim.
Pelo canto dos olhos, pude ver Pochi e Tama recebendo alguma coisa de lady Soruna, aparentemente, o que entrou em suas pequenas bolsas eram doces.
Quanto aos outros, os homens, como o barão, Hauto e Zotol, também vieram.
Por outro lado, lady Karina não estava aqui.
Pedi à empregada que cuidava do quarto dela para não acordá-la. Como ela me atacou todos os dias nas últimas duas semanas, queria evitar mais problemas na hora da partida.
Fora ela, as empregadas que vinham se aproximado sorrateiramente de mim havia algum tempo também eram assustadoras. Todas cruzam os braços e me encaram com olhos marejados.
Er~rr?
Ninguém vai começar uma briga, vai?
— Chevalier-sama, por favor, não vá!
Sem hesitação, uma empregada esbelta de cabelos vermelhos deu um passo à frente e gritou, agarrando-se a mim.
Gostaria de um pouco mais de volume... Que pena.
A partir dessa garota, as empregadas começaram me agarrar também, uma após a outra.
Kuh, as empregadas com corpos pequenos são rápidas demais. Perdi minha chance de entrar em contato com aquelas de volumes mais generosos.
Arisa me chutou por trás enquanto dizia “Pare de sorrir!”, mas eu a ignoro.
— Chevalier-sama, por favor, fique aqui para sempre!
— Isso mesmo, se Chevalier-sama for embora, quem fará crepes?
— Em vez de crepes, quero karaage de novo!
— Deixe apenas Pochi-chan aqui~.
— O que você está dizendo? Tama-chan é mais fofa!
— Melhor ainda, case-se comigo e cozinhe para mim para sempre, por favor!
Mesmo que não ache que seja por eu ser popular, parece que todos estão de olho na comida... ou na fofura de Pochi e Tama, huh.
Oh?
Sentindo algo familiar em minhas pernas, olho para baixo.
Eram Pochi e Tama. O que elas estavam fazendo abraçando minhas pernas?
As duas me olharam com olhos brilhantes. Será que estavam pensando em algum jogo novo, tipo Oshikura Manju?
— Todas vocês! Entendo sua relutância, mas não incomodem ao Chevalier-sama.
— Isso mesmo, temos bolos feitos pelo Chevalier-sama na sala de jantar. Vocês podem comê-los depois de terminarem o trabalho da manhã.
A empregada-chefe bateu palmas, fazendo as empregadas recuarem. Então, após o comentário do chef, elas se afastam como uma maré se retirando.
Isso é meio frio da parte delas…
— Você ainda não tomou café da manhã, certo? Não se compara às suas criações Chevalier-sama, mas por favor, aceite isto, se estiver tudo bem para você.
— Muito obrigado. Aceito com gratidão.
Entrego a marmita que recebi do Chef-san para Lulu na carruagem.
— Sério, não vai deixar ao menos Arisa-dono aqui?
— Nem pensar~! Não consigo viver sem estar ao lado do meu marido.
Quem é o seu “marido"?
Ignorando o comentário despreocupado de Arisa, despeço-me de Nina-san e do barão. Ela então me entrega várias cartas de apresentação para os nobres das cidades que encontraríamos no caminho, ao mesmo tempo que me pedia para entregar algumas outras cartas para nobres influentes.
— Voltarei para cá depois de um ou dois anos de treinamento na cidade do labirinto.
— Sim, estaremos esperando. Nesse período, reconstruiremos o território para que possamos devolver ao menos parte do dinheiro que pegamos emprestado de você.
— Sim, estou contando com isso.
— Satou-kun, peço sinceramente que cuide bem de Pochi-kun e Tama-kun.
O barão deixou uma impressão como se estivesse enviando as filhas para um casamento. Ele estava realmente encantado com a fofura das duas.
A dívida que Nina-san mencionou era dos 250 lingotes de ouro que emprestei para a reconstrução do território. Isso não era nem de perto o suficiente para uma reconstrução completa, mas seria útil como fundo de operação.
O motivo de eu usar lingotes foi para que parecesse um ativo escondido. Fiz eles derretendo uma grande quantidade de moedas de ouro. Como estavam desconfiados da origem, mostrei a eles minha bolsa mágica e expliquei a Nina-san que estava indo para a cidade do labirinto para treinar Liza e as outras.
Elas, por sinal já estavam montadas em seus cavalos, então subi na carruagem, deixamos o castelo Muno para trás, devolvendo o aceno para as pessoas que continuam acenando para nós.
◇◇◇
Bem, embora várias coisas tivessem acontecido durante essas duas semanas, a mais evidente era aquela carruagem.
Eu pude usar livremente a oficina deixada da era do marquês, então reformei a carruagem à vontade. Meu foco principal foi reforçar o sistema de suspensão, melhorando o amortecimento. Infelizmente, não consegui criar nada muito sofisticado para isso.
A carruagem agora era puxada por quatro cavalos, em vez dos dois de antes, então eu esperava um aumento na velocidade. Principalmente porque os cavalos que Mia e Tama haviam montado subiram de level e agora puxavam a carroça, o que deveria ser ainda mais eficiente.
Para evitar ladrões, Liza e Nana vestiam armaduras e cavalgavam ao lado. O barão dera a Nana um cavalo da mesma raça que o de Liza, um Shuberien. As armaduras de placas completas que as duas usavam eram minhas criações. Quando eu estava tirando as medidas de Nana, algumas situações afortunadas surgiram, mas Mia impediu todas elas.
Acho que a intuição dela é boa até demais.
Obviamente, a razão pela qual Pochi e Tama não estavam cavalgando era porque eram muito baixinhas e de longe, sua aparência infantil atrairia ladrões em vez de afastá-los.
Mia estava montando um cavalo também, ou melhor, não era exatamente um cavalo, mas um unicórnio que havia sido vendido ilegalmente no mercado negro.
Mesmo neste mundo, unicórnios eram caçados por seus chifres, considerados remédios eficazes para todo tipo de doença. Eu salvei este unicórnio quando ele estava prestes a ser vendido para gourmets excêntricos depois de ter seu chifre cortado.O comércio de unicórnios era proibido em todo o reino Shiga, não apenas no território do barão Muno.
Eu queria levá-lo de volta ao local onde outros unicórnios viviam, junto com Mia, mas, como não tinha chifre, ele não foi aceito no rebanho.
O chifre era visto como um item de cura para outras raças, mas, para o unicórnio, era um órgão vital. Sem ele, não só perdia suas habilidades raciais, mas também a capacidade de se comunicar com os outros. De acordo com a indicação do [AR], unicórnios não eram monstros, mas pertenciam à categoria de bestas místicas.
Até a administração do barão ficou em dúvida sobre o que fazer, mas, como o unicórnio se apegou à Mia desde o início, ela passou a cuidar dele. Nós o levaríamos para a floresta de Boruenan, onde ele poderia viver em paz.
— Lulu, vou trocar de lugar com você e assumir as rédeas.
— Não faça isso, mestre. Agora que o senhor é um nobre deve deixar que nós escravas trabelhemos como cocheiro, especialmente aonde as pessoas possam nos ver.
Como fui repreendido pela Lulu, desisti de dirigir e sentei ao lado dela. Era fofo como ela ainda segurava as rédeas com firmeza enquanto me repreendia.
— O flertador chegou, hein~?
Como se calculasse o momento certo, Arisa se aconchegou na minha cintura, protestando com uma voz monótona. Além disso, ela propositalmente enfiou o rosto entre mim e Lulu.
— Oh, Arisa, está com ciúmes?
Lulu afagou o cabelo de Arisa, sorrindo. Foi quando Pochi e Tama pularam em cima dela, como se quisessem achatar a pobre.
— Ugeh!
— Flertar~?
— Proibido, nanodesu!
As duas provavelmente estavam felizes porque fazia tempo não era apenas a gente.
— Proibido.
Mia, que cavalgava ao lado, cutucou meu ombro fazendo beicinho, provavelmente sentindo-se solitária.
A carruagem saiu da cidade Muno e seguiu para a estrada principal. Como havíamos andado devagar na cidade, a carroça agora acelerou e percorreu quase três vezes mais rápido. Os cavalos fortalecidos acelerando a carroça não traziam apenas coisas boas. O amortecedor que eu havia preparado foi por água abaixo.
— Au, a vibração está forte.
— Apesar de estar melhor que antes, continua ruim, não é? Lulu, vou assumir seu lugar, então você pode sentar no Assento Flutuante com a Arisa.
— Mas…
— Não precisa hesitar, pode ir.
— Sim, muito obrigada.
O [Assento Flutuante] era uma cadeira feita com circuitos mágicos que funcionavam como ímãs opostos. Além de ter um limite de peso baixo, precisava ser recarregado com magia a cada 30 minutos, então não dava para usar no corpo da carroça. Ainda precisava de melhorias.
Se eu conseguisse torná-lo mais compacto, talvez funcionasse no banco do cocheiro.
— Fuh, estou revivida.
— Minhas nádegas não doem, mas estou enjoada.
— Se sentir mal, te dou um remédio, então avise.
— Certo.
No lugar das duas que foram para o banco de trás, Pochi e Tama se sentaram ao meu lado.
— Do lado do mestre~?
— Nano desu.
Pensando bem, como estávamos ocupados com várias coisas no território do barão, quase não tivemos tempo juntos além das horas de sono. Decidi mimar as duas até ficarem satisfeitas hoje.
◇◇◇
A carruagem deixou o território do barão quatro dias depois.
Durante esse tempo, ladrões apareceram no radar, mas seus batedores apenas circularam por perto sem nos atacar. Então ter cavaleiras realmente ajudava.
Nossa rota não era para a capital do ducado de Oyugock, mas sim para o domínio autônomo dos anões, um pequeno desvio. O domínio ficava dentro do ducado, há cerca de quatro dias do território do barão Muno.
Claro, nosso objetivo era turismo.
Seria um desperdício não ver a paisagem urbana dos anões, então por que não?
Inclusive, havia também a carta que a viscondessa Nina me pediu para entregar.
Depois de avançar por uma estrada à beira do rio de água avermelhada, chegamos à terra natal dos anões.
Tradução: Rudeus Greyrat
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